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24 de set. de 2011

Pixinguinha e Sua Banda

 
 
Lado A

01-Pula fogueira (Getulio Marinho (Amor) – João Bastos Filho)
02-Fale na orelhinha de cá (Haroldo Lobo – Milton de Oliveira)
03-Tentei fazer mais um baião (Assis Valente)
04-Baile na roça (Haroldo Lobo – Milton de Oliveira)
05-Cai cai balão (Assis Valente)
06-O casamento da filha do Thomaz (Haroldo Lobo – Milton Oliveira)

Lado B

01-O delegado quer prender o Antonio (Haroldo Lobo – Milton Oliveira)
02-Chegou a hora da fogueira (Lamartine Babo)
03-Dias dos namorados (Haroldo Lobo – Milton Oliveira)
04-Pedro, Antonio e João (Benedicto Lacerda – Oswaldo Santiago)
05-Lá vem a Rita (Haroldo Lobo – Milton Oliveira)
06-Isto é lá com Santo Antonio (Lamartine Babo)

29 de jan. de 2011

História da MPB - Volume 02 - Pixinguinha - 1970


Considerado um dos maiores gênios da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido "Pizindim" vem da infância, era como a avó africana o chamava, querendo dizer "menino bom". O pai era flautista amador, e foi pela flauta que Pixinguinha começou sua ligação mais séria com a música, depois de ter aprendido um pouco de cavaquinho. Logo começou a tocar em orquestras, choperias, peças musicais e a participar de gravações ao lado dos irmãos Henrique e Otávio (China), que tocavam violão. Rapidamente criou fama como flautista graças aos improvisos e floreados que tirava do instrumento, que causavam grande impressão no público quando aliados à sua pouca idade. Começou a compor os primeiro choros, polcas e valsas ainda na década de 10, formando seu próprio conjunto, o Grupo do Pixinguinha, que mais tarde se tornou o prestigiado Os Oito Batutas. Com os Batutas fez uma célebre excursão pela Europa no início dos anos 20, com o propósito de divulgar a música brasileira. Os conjuntos liderados por Pixinguinha tiveram grande importância na história da indústria fonográfica brasileira. A Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, que organizou em 1928 junto com o compositor e sambista Donga, participou de várias gravações para a Parlophon, numa época em que o sistema elétrico de gravação era uma grande novidade. Liderou também os Diabos do Céu, a Guarda Velha e a Orquestra Columbia de Pixinguinha. Nos anos 30 e 40 gravou como flautista e saxofonista (em dueto com o flautista Benedito Lacerda) diversas peças que se tornaram a base do repertório de choro, para solista e acompanhamento. Algumas delas são "Segura Ele", "Ainda Me Recordo", "1 x 0", "Proezas de Solon", "Naquele Tempo", "Abraçando Jacaré", "Os Oito Batutas", "As Proezas do Nolasco", "Sofres Porque Queres", gravadas mais tarde por intérpretes de vários instrumentos. Em 1940, indicado por Villa-Lobos, foi o responsável pela seleção dos músicos populares que participaram da célebre gravação para o maestro Leopold Stokowski, que divulgou a música brasileira nos Estados Unidos. Como arranjador, atividade que começou a exercer na orquestra da gravadora Victor em 1929, incorporou elementos brasileiros a um meio bastante influenciado por técnicas estrangeiras, mudando a maneira de se fazer orquestração e arranjo. Trocou de instrumento definitivamente pelo saxofone em 1946, o que, segundo alguns biógrafos, aconteceu porque Pixinguinha teria perdido a embocadura para a flauta devido a problemas com bebida. Mesmo assim não parou de compor nem mesmo quando teve o primeiro enfarte, em 1964, que o obrigou a permanecer 20 dias no hospital. Daí surgiram músicas com títulos "de ocasião", como "Fala Baixinho" Mais Quinze Dias", "No Elevador", "Mais Três Dias", "Vou pra Casa". Depois de sua morte, em 1973, uma série de homenagens em discos e shows foi produzida. A Prefeitura do Rio de Janeiro produziu também grandes eventos em 1988 e 1998, quando completaria 90 e 100 anos. Algumas músicas de Pixinguinha ganharam letra antes ou depois de sua morte, sendo a mais famosa "Carinhoso", composta em 1917, gravada pela primeira vez em 1928, de forma instrumental, e cuja letra João de Barro escreveu em 1937, para gravação de Orlando Silva. Outras que ganharam letras foram "Rosa" (Otávio de Souza), "Lamento" (Vinicius de Moraes) e "Isso É Que É Viver" (Hermínio Bello de Carvalho).
fonte: clique music

Faixas:
Lado 1

01 CARINHOSO
Orlando Silva
02 A VIDA É UM BURACO
Pixinguinha
03 SAMBA DE FATO
Patrício Teixeira
04 LAMENTO
Jacob do Bandolim e Época de Ouro

Lado 2
01 ROSA
Orlando Silva
02 URUBU
Oito Batutas
03 PÁGINA DE DOR
Orlando Silva
04 1 X 0
Pixinguinha e Benedito Lacerda

9 de nov. de 2010

Pixinguinha e Sua Banda em Carnaval de Nássara (1956)

1 - Formosa (Antônio Nássara - J. Rui)
Maria Rosa (Antônio Nássara)
Tipo 7 (Antônio Nássara - Alberto Ribeiro)
Periquitinho verde (Antônio Nássara - Sá Róris)
Na casa do Seu Tomás (Antônio Nássara - J. Cascata)
História antiga (Antônio Nássara - J. Cascata)
Balzaqueana (Antônio Nássara - Wilson Batista)
Alá-lá-ô (Antônio Nássara - Haroldo Lobo)
2 - Nós queremos uma valsa (Antônio Nássara - Eratóstenes Frazão)
O que é que você quer mais (Antônio Nássara - Roberto Martins)
Mundo de zinco (Antônio Nássara - Wilson Batista)
Me queimei (Antônio Nássara - Valdrido Silva)
Meu consolo é você (Antônio Nássara - Valdrido Silva)

Native Brazilian Music (1942)

1 - Macumba de Oxóssi (Donga - José Espinguela) cantam Zé Espinguela e Grupo do Pai Alufá
2 - Macumba de Iansã (Donga - José Espinguela) cantam Zé Espinguela e Grupo do Pai Alufá
3 - Ranchinho desfeito (Donga - De Castro e Souza - David Nasser) canta Mauro César
4 - Caboclo do Mato (Getúlio Marinho da Silva “Amor”) cantam João da Bahiana e Janir Martins 5 - Seu Mané Luiz (Donga) cantam Zé da Zilda e Janir Martins
6 - Bambo do bambu (Donga) cantam Jararaca e Ratinho
7 - Sapo no saco (Jararaca) cantam Jararaca e Ratinho
8 - Que Quere Que Quê (João da Bahiana - Donga - Pixinguinha) cantam João da Bahiana e Janir Martins
9 - Zé Barbino (Pixinguinha - Jararaca) cantam Pixinguinha e Jararaca
10 - Tocando pra você (Luiz Americano) interpreta: Luiz Americano
11 - Passarinho bateu asas (Donga) canta Zé da Zilda
12 - Pelo telefone (Donga - Mauro de Almeida) canta Zé da Zilda
13 - Quem me vê sorrir (Cartola - Carlos Cachaça) cantam Cartola e coro da Mangueira
14 - Teiru (Tradicional - Heitor Villa-Lobos) cantam Quarteto do Coral Orfeão Villa-Lobos
15 - Nozani-Ná (Tradicional - Heitor Villa-Lobos) cantam Quarteto do Coral Orfeão Villa-Lobos
16 - Cantiga de festa (Donga - José Espinguela) cantam Zé Espinguela e Grupo do Pai Alufá
17 - Canidé Ioune (Tradicional - Heitor Villa-Lobos) cantam Quarteto do Coral Orfeão Villa-Lobos

1 de out. de 2010

A VELHA GUARDA (1955)

1 - Que perigo (Pixinguinha)

2- Patrão prenda seu gado (João da Bahiana - Pixinguinha - Donga)

3 - Coralina (arranjo de Pixinguinha)

4 - Nosso ranchinho (Donga - J. Cascata)
5 - Honória (Gualdino Barreto - arranjo Pixinguinha)

6 - Essa nega qué me dá (Caninha)

Me leva, me leva, Seu Rafael (Caninha)

7 - Flor do Abacate - (Alvaro Sandi - arranjo de Pixinguinha)

A Velha Guarda: Pixinguinha - Donga - J. Cascata - Waldemar - Almirante - Alfredinho - Rubem - Lentine - João da Bahiana - Bide - Mirinho